Rio de Janeiro

combate ao mosquito

Rio inaugura mais um polo de atendimento à pacientes com dengue nesta terça (20)

Unidade está localizada no Hospital Municipal Paulino Werneck e atende região da Ilha do Governador

Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ) |
Cidade vive epidemia de dengue em meio a explosão de casos da doença em todo país - Foto: Divulgação/SES

O município do Rio abriu nesta terça-feira (20) mais um polo de atendimento para pacientes com dengue. A unidade fica no Hospital Municipal Paulino Werneck, na Ilha do Governador, Zona Norte.

Outros dez pontos foram inaugurados nos bairros de Curicica, Campo Grande, Santa Cruz, Del Castilho, Bangu, Madureira, Complexo do Alemão, Botafogo, Tijuca e Benfica para o enfrentamento da epidemia. O funcionamento das unidades é de domingo a domingo, das 7h às 19h.

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De acordo com a gestão municipal, os polos são preparados para diagnóstico e tratamento das pessoas com dengue, com pontos de hidratação venosa ou oral, conforme necessidade de cada caso.

Pacientes com quadros mais graves e indicação de internação são regulados pela Central Municipal de Regulação e transferidos para leitos dedicados à dengue nos hospitais da rede municipal.

O Hospital Municipal Ronaldo Gazolla (HMRG), em Acari, é a unidade de concentração para a doença, inicialmente com 20 leitos. Durante a pandemia, o hospital foi referência para o tratamento dos pacientes com quadros mais graves.

Sintomas

O Ministério da Saúde orienta que todo indivíduo que apresentar febre (39°C a 40°C) de início repentino e pelo menos duas das seguintes manifestações — dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos — deve procurar imediatamente um serviço de saúde, a fim de obter tratamento oportuno.

Segundo o órgão, a atenção deve se manter após o período febril. "Com o declínio da febre (entre 3° e o 7° dia do início da doença), sinais de alarme podem estar presentes e marcar o início da piora no indivíduo":

"Esses sinais indicam o extravasamento de plasma dos vasos sanguíneos e/ou hemorragias, sendo assim caracterizados: dor abdominal (dor na barriga) intensa e contínua; vômitos persistentes; acúmulo de líquidos em cavidades corporais (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico); hipotensão postural e/ou lipotímia; letargia e/ou irritabilidade; aumento do tamanho do fígado (hepatomegalia) > 2cm; sangramento de mucosa; e aumento progressivo do hematócrito."

Edição: Clívia Mesquita